O francês Louis Braille criou um sistema de leitura para deficientes visuais, o braile. Louis perdeu a visão quando era criança, tinha 3 anos de idade, em um acidente enquanto brincava na oficina de seu pai. Feriu-se com um objeto pontiagudo em um dos olhos, porém a infecção se alastrou ao outro olho, ficando, assim, sem visão de ambos os olhos. Na busca de facilidades para sua vida e para a vida de outras pessoas deficientes visuais, na sua juventude, Louis criou um programa para ensinar os cegos a ler.

E foi dessa vivência de Louis que surgiu o braile, que é um sistema de leitura e escrita tátil para cegos, ou seja, a leitura com as mãos. São 63 símbolos em relevos e combinações de até seis pontos dispostos em uma célula em duas colunas de três linhas cada.

Os usuários do sistema Braille podem ler em telas de computadores e em outros suportes eletrônicos graças a um mostrador em braile atualizáveis.

A Biblioteca Pública Municipal Vivaldi Wenceslau Moreira possui um acervo em braile, são revistas e livros, a maioria produzida pelo Instituto Benjamim Constant.